Eu gosto de vo...
Que sorvete quer?
Adoro cê...
... Esta cereja é tão boa
Eu amo... Te...
O Teatro fica aqui perto.
Autor Convidado: Leandro Monteiro
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AMACOLUTO
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ALEXANDRE WAGNER MALOSTI
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FAUSTA EPIFANIA
Após uma noite tempestuosa
... Surge, numa manhã luminosa,
O sorriso a florescer de meus lábios,
Onde, antes, nutriram-no as minhas lágrimas.
Autor Convidado: Leandro Monteiro
... Surge, numa manhã luminosa,
O sorriso a florescer de meus lábios,
Onde, antes, nutriram-no as minhas lágrimas.
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COLETÂNEA III Leandro Monteiro
Mania de querer,
Ansiedade de obter
Intensamente o que não tem,
Salvargando o precioso objeto que não mais convém.
XLII (de ALQUIMIA DO NONENSE)
Branco é tranqüilidade
Mas atormenta
Branco é paz
Mas angustia
Sou ele ela ou eles
Sou quem
Sou o que
Sou o qual
Branco é cor da ausência
Ausência do nada
Antes fosse preto
Ausência do tudo
Antes fosse também
Ser nada diante de tudo
Que tudo diante de nada
Branco sou
Não Branco estou
Falta achar na mente
A cor que eu lembrava
FÉ
Não li, mas li;
Não vi, mas vi;
Não ouvi, ouvi.
Tudo se foi,
Nada ficou.
Mas, mesmo assim,
Eu creio em ti
Sem duvidar
Da tua fala
Muito bonita
De se escutar.
Pena que eu não
Possa entender
Tudo de ti,
Pouco de ti
(Sim, sou ignorante,)
(Não vou mentir).
Tu que és melhor
Do que eu em pessoa:
Um doutor ante
A mim, um cabra
Que, em si, não sabe
Ler sem alguém
Pra lhe dizer
Que isto é aquilo;
O que acredito
Ser a palavra
De Deus (de ti),
Sem entender...
Porém, contente
De, nelas, crer.
Autor Convidado: Leandro Monteiro
Ansiedade de obter
Intensamente o que não tem,
Salvargando o precioso objeto que não mais convém.
XLII (de ALQUIMIA DO NONENSE)
Branco é tranqüilidade
Mas atormenta
Branco é paz
Mas angustia
Sou ele ela ou eles
Sou quem
Sou o que
Sou o qual
Branco é cor da ausência
Ausência do nada
Antes fosse preto
Ausência do tudo
Antes fosse também
Ser nada diante de tudo
Que tudo diante de nada
Branco sou
Não Branco estou
Falta achar na mente
A cor que eu lembrava
FÉ
Não li, mas li;
Não vi, mas vi;
Não ouvi, ouvi.
Tudo se foi,
Nada ficou.
Mas, mesmo assim,
Eu creio em ti
Sem duvidar
Da tua fala
Muito bonita
De se escutar.
Pena que eu não
Possa entender
Tudo de ti,
Pouco de ti
(Sim, sou ignorante,)
(Não vou mentir).
Tu que és melhor
Do que eu em pessoa:
Um doutor ante
A mim, um cabra
Que, em si, não sabe
Ler sem alguém
Pra lhe dizer
Que isto é aquilo;
O que acredito
Ser a palavra
De Deus (de ti),
Sem entender...
Porém, contente
De, nelas, crer.
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COLETÂNEA II LEANDRO MONTEIRO
MINHA PENA...
A Minha pena é
Mais do que uma pena,
De tinta vermelha;
A impregnar-se fácil
Nos papéis negros
E pardos e brancos,
Donde é dificílimo
Apagar as letras
Palavras marcaas
Por várias, muitíssimas
Milagrosas mágicas.
DICIONÁRIO POÉTICO
Coração:
1. Ação de
Colorir
Seres pálidos;
2. Fazer rir
Ser sem graça.
Amor:
1. O ser que engrandece
Tudo o que é pequeno;
2. A esperança que
Mata o medo, ódio
E outros males do homem,
POEMA XXV
Essa noite tem gosto de calor
Não cheira a pesadelo
Toco o sonho
Como lua de mel
Essa noite tem gosto de calor
E eu delírio
RELACIONAMENTO PERFEITO
Depois de muita experimentação,
Depois de muita reflexão,
Depois de muita observação...
Descobri que o único
[relacionamento,
Quanto ao estar de acordo em
[tudo,
É entre mim e minha sombra.
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CORAGEM
Cansei de suar gelado!
Partir de agora não mais,
Não mais eu vou me parar!
Vou lutar sem me abalar!
Não irei me avermelhar
Diante dos fatos fadados
De vis alheios escárnios
Feitos pra me condenar!
Pois eu não serei o que eles,
A mim e de mim, disseram
(-És louco, idiota reles!)
Pra não me desmerecer...
– Para assegurar o prêmio
Que, um dia, vou alcançar
Por eu, merecido, ter
Crido no meu caminhar... –
Seja como for, irei
Vencer esses obstáculos
Pro que quero viver:
A minha felicidade.
Autor Convidado: Leando Monteiro
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COLETÂNEA LEANDRO MONTEIRO
AMANHECE
Amanhã, o sol
Se abrirá como cenário
Mais que teatral.
O REFLEXO
Amanhã, o sol
Se abrirá como cenário
Mais que teatral.
O REFLEXO
Ao estar espelho, olho além
Dos fatos que estou vendo
Que, dentro e fora, me vêm
Como visões e desejos.
MAIS
Mania de querer,
Ansiedade de obter
Intensamente o que não tem,
Salvaguardando o precioso objeto que não mais convém.
UM VASO
UM VASO.
UM CACO,
UM FURO,
AI QUE DOR!
A LÍNGUA
Metáfora
Metafora
O acento
Sem
Assento
Será nada
Sera todo
O português.
O NASCER DE UM MITO
De meu esquecimento
Fez-se um mito,
Que nenhuma prova
Possa contrariar e derrubar meu [sentimento de crença;
Fonte de ignorância e aceitação a tudo o [que não sei (...).
Convidado: Leandro Monteiro
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