A vida como ela é:
É bela;
É excitante;
É romântica;
É desafiadora.
Eu, sou, como sou:
Apaixonado;
Poeta;
Romântico
Sonhador.
Tanto eu, quanto a vida, somos o que somos e, nada mais.
Autor homenageado: Aldo Aguiar
Blog do autor: http://www.albatrozvagabundo.blogspot.com.br/
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A vida como ela é:
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Lucimara Fernandes
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Amor verdadeiro
O amor verdadeiro está em falta!
Transborda o amor falso, insípido e inodoro!
Ter o amor como chega ao coração
É perda de tempo!
É amor irrisório,
Translúcido,
Heterogêneo e Impalpável!
Amor verdadeiro...
Campina verdejante;
Oceano azul-turquesa;
Floresta vicejante,
Nuvens esparsas!
Hoje, em meu coração,
Transborda a ânsia
Incontida de ser inundado
Pelo amor verdadeiro!
Autor homenageado: Aldo Aguiar
Blog do autor: http://www.albatrozvagabundo.blogspot.com.br/
Transborda o amor falso, insípido e inodoro!
Ter o amor como chega ao coração
É perda de tempo!
É amor irrisório,
Translúcido,
Heterogêneo e Impalpável!
Amor verdadeiro...
Campina verdejante;
Oceano azul-turquesa;
Floresta vicejante,
Nuvens esparsas!
Hoje, em meu coração,
Transborda a ânsia
Incontida de ser inundado
Pelo amor verdadeiro!
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Infeliz constatação
Hoje, acordei sem abrir os olhos!
De olhos fechados caminhei
Pelo quarto estupidamente claro e
A escuridão que toldava minha alma
Travou uma batalha inglória com o
Negrume claro das desavenças
Impregnadas no toldo que me envolvia.
De olhos fechados permaneci até que
As poucas réstias de luz penetraram
Em meus poros e me iluminaram
Internamente, quando, assombrada,
A alma pôde se ver nua
Fragalhos, farrapos,
Tecido puído, roto e esgarçado...
Apenas uma vela destroçada
De um corpo - nau - à deriva
No oceano da amargura.
Autor homenageado: Aldo Aguiar
Blog do autor: http://www.albatrozvagabundo.blogspot.com.br/
De olhos fechados caminhei
Pelo quarto estupidamente claro e
A escuridão que toldava minha alma
Travou uma batalha inglória com o
Negrume claro das desavenças
Impregnadas no toldo que me envolvia.
De olhos fechados permaneci até que
As poucas réstias de luz penetraram
Em meus poros e me iluminaram
Internamente, quando, assombrada,
A alma pôde se ver nua
Fragalhos, farrapos,
Tecido puído, roto e esgarçado...
Apenas uma vela destroçada
De um corpo - nau - à deriva
No oceano da amargura.
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Ligar e ligar
Quando te ligo, tu não me ligas;
porém, quando me ligas, eu te ligo.
Por que eu ligo se nunca ligas,
ou quando ligas, é sem ligar?
Se por muito te ligar, eu ligo,
ouço tua voz na ausência de ligar.
Aí, triste, desligo meu muito ligar
e ligo, apenas, pelo vício de te ligar!
Autor convidado: Aldo Aguiar
porém, quando me ligas, eu te ligo.
Por que eu ligo se nunca ligas,
ou quando ligas, é sem ligar?
Se por muito te ligar, eu ligo,
ouço tua voz na ausência de ligar.
Aí, triste, desligo meu muito ligar
e ligo, apenas, pelo vício de te ligar!
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Insônia
A tua lembrança
Faz-me mal!
Oprime-me a alma
já em tormento!
Revolvo-me no leito
nesta noite insana
choro, grito, gemo...
Enlouqueço!
Autor Convidado: Aldo Aguiar
Blog do Autor: http://www.albatrozvagabundo.blogspot.com.br/
Faz-me mal!
Oprime-me a alma
já em tormento!
Revolvo-me no leito
nesta noite insana
choro, grito, gemo...
Enlouqueço!
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