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Não cabe em minhas mãos


Não cabe em minhas mãos
mas era noite....
era amor, era saudade
que voava sobre meus olhos nos
caminhos de dor e silêncio
e assim se fez eterno
o que era infinito em mim

Autor Convidado: Valdêique oliveira

Mis lágrimas

Mis lágrimas
podía cantar en mis ojos ...
Bailando bajo la lluvia
bailando en el aire,
alas y flores
...
que exeplem
anhelo y el amor poemas
y la soledad ...
el bailarín, solitario
Canta mi voz
que se había perdido en mí
y luego bailar
abrazó a los versos,
cuerpos entrelazados,
manos pulso, la infancia ...
Oh, cómo era la ternura eterna
las gotas de lluvia en la serena
mi más tierna infancia y fiel ...
No sé en qué rincón se perdió,
el bailarín
con su collar de perlas
y yo con las perlas en los ojos
se quedó mirando la noche ...
en las olas de lembraças
Sé que fue
el poema y la bailarina
dentro de mí
y ocasionalmente
yo escucho en silencio
sus pasos como
canto de los pájaros
y una luz
hacerlo por la mañana ...
 
Autor: Valdeique Oliveira

SE

Se meu canto fosse palavras
minhas asas seriam, infinito...
Se minhas asas fossem sonhos
os teus passos seriam desconhecidos

...
Seu meus olhos fossem caminhos
contemplaria os teus
Para que fosse silêncio,
o amor que se perdeu

Se minhas mãos fossem flores,
Cantaria versos para ser eterno...
o tercerto perfeito
da composição dos horizontes...

Se meu poema fosse soneto
seria livres, seria coração
dois abraços que se sentem
contemplação...

Se meu espelho fosse reflexo,
seria as multiplas faces
de narciso
sobre mistério do meu canto,
com as asas de meu pranto
gotas de chuva sobre um face perdida

Se meu retrato fosse fim
meu inicio seria solidão
se meu "se" fosse duvida
tudo em mim seria rima,
nao seria liberdade...
sobre as asas da fênix
renascida

Autor Convidado: Valdêique Oliveira

(In)definição do amor

Um olhar que se encontra
Um caminho que se perde
Um janela que se abri

Uma flor,
Repousada sobre horizontes...
Com asas sinuosas na areia
onde as ondas afagam
nosso passos em seu
caminhar...

O amor não cabe em si
como uma lembrança
do afeto e do adeus

Ele canta em nossos
corações...
a essencia da luz e
da revelação...

Um gesto sublime
que nos liberta da prisão

E assim o amor habita
da eternidade que se chama
coração...

Autor Convidado: Valdeique Oliveira

http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=90871